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	<title>Arquivo de Recursos Hídricos - Pangeia</title>
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	<title>Arquivo de Recursos Hídricos - Pangeia</title>
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		<title>A culpa é da chuva? Problemas do escoamento das águas na periferia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 14:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades e Cotidianidades]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Era um domingo ensolarado de verão mas ao mesmo tempo nebuloso. Fui observar os estragos causados pela combinação de chuvas intensas e ineficiência do poder público na busca de soluções efetivas para o melhor escoamento das águas na bacia de drenagem do rio Botas, entre os municípios de Nova Iguaçu e Belford Roxo, um contribuinte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2458" style="aspect-ratio:1;width:451px;height:auto" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-1024x1024.jpg 1024w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-300x300.jpg 300w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-150x150.jpg 150w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Morador retirando detritos acumulados em rua após chuvas intensas ocorridas em Fevereiro de 2024, Nova Iguaçu/RJ.</em></figcaption></figure></div>


<p>Era um domingo ensolarado de verão mas ao mesmo tempo nebuloso. Fui observar os estragos causados pela combinação de chuvas intensas e ineficiência do poder público na busca de soluções efetivas para o melhor escoamento das águas na bacia de drenagem do rio Botas, entre os municípios de Nova Iguaçu e Belford Roxo, um contribuinte do rio Iguaçu, integrante da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara. Presenciei e registrei uma imagem que escancara a realidade: Sr. Assis, um idoso de 86 anos, desobstruindo a Rua Serra com as próprias mãos pra evitar que a sua casa fosse&nbsp;invadida com a próxima chuva intensa.</p>



<p>Preocupada com o tamanho dos matacões, blocos grandes de rochas, que ele tentava deslocar, e correndo muitos riscos de se machucar, fui ajudar a arrancar um tronco grande entre os detritos acumulados. Aproveitei para conversar e perguntar se viu aquela Serra ainda com mata/floresta no passado. Ele, morador da localidade há muitas décadas, me respondeu que sim, indicando onde havia plantação de laranjas e a parte&nbsp;onde ainda havia floresta e, além disso, afirmou que antes as águas da chuva não desciam com a rapidez e o volume de hoje.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-20240312-WA0002.jpg"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-20240312-WA0002.jpg" alt="" class="wp-image-2499" style="aspect-ratio:4/3;object-fit:cover;width:386px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vista aérea da Baixada Fluminense. Ao fundo, observa-se o Maciço Gerecinó-Mendanha.</em></figcaption></figure></div>


<p>Não é preciso ir longe para conhecer a realidade ou buscar soluções. O Maciço Gericinó-Mendanha tem áreas protegidas por legislação Federal, as chamadas Unidades de Conservação (Área de Preservação Ambiental do Mendanha, Parque Estadual do Mendanha, Parque Natural Municipal da Serra do Mendanha e Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu) que, com a sua cobertura florestal, têm um papel essencial, entre outras finalidades, de absorver a água da chuva e reduzir a quantidade e a velocidade com que ela chega na parte debaixo, na planície, a mais impermeabilizada da cidade, com asfalto, concreto&nbsp;e&nbsp;todo tipo de superfície que impede a infiltração da água no solo.</p>



<p>O que falta para que projetos de recuperação florestal da Serra de Madureira sejam colocados em prática de forma ampla e efetiva? A recuperação da vegetação poderia trazer muitos benefícios, incluindo a geração de empregos e renda para moradores do entorno. Embora exista um projeto pontual que atua com participação voluntária (“Eles queimam, nós plantamos” &#8211; Instituto Educação Ambiental e Ecoturismo),&nbsp;e que mostra no próprio nome o desafio da recuperação da mata diante de ações&nbsp;criminosas&nbsp;constantes, outros projetos precisam ser incentivados e financiados, com ampliação para todas as vertentes, que têm solos já muito degradados, compactados pela citricultura, pastagens e,&nbsp;agora,&nbsp;fragilizados ainda mais&nbsp;por uma expansão urbana que também avança para as suas encostas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Igreja-1.jpg"><img decoding="async" width="1024" height="997" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Igreja-1-1024x997.jpg" alt="" class="wp-image-2462" style="aspect-ratio:1.0270812437311936;width:415px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Rua danificada e repleta de detritos após chuvas intensas ocorridas em Fevereiro de 2024, Nova Iguaçu/RJ.</em></figcaption></figure></div>


<p>Proprietários ou invasores, além de não recuperarem a área, praticam formas de ocupação&nbsp;e uso do solo que prejudicam a condição das encostas, aumentando a ocorrência de deslizamentos de terra, cada vez mais frequentes, e contribuindo para que a água desça de forma cada vez mais violenta.&nbsp;&nbsp;Se não realocados,&nbsp;eles deveriam ser orientados para mudar as suas práticas, afinal a perpetuação de modos danosos de uso do solo&nbsp;nas&nbsp;encostas tende a agravar os episódios de enchentes, inundações e &nbsp;alagamentos na área urbana, submetendo toda a população a viver sob condições&nbsp;de risco&nbsp;cada vez mais frequentes&nbsp;e com maior gravidade. É evidente que isso não basta como solução para o problema, que é bem conhecido, particularmente&nbsp;na Baixada Fluminense. O abandono do Projeto Iguaçu, por exemplo, é uma realidade que precisa ser lembrada, sendo reconhecido como um projeto que contempla medidas que reduziriam o impacto dessas águas na área já intensamente urbanizada, drenada pelo rio Botas e afluentes.</p>



<p>Também sabemos que a bacia do rio Iguaçu-Sarapuí registra aumento de áreas construídas (urbanização) de 59,5% em 32 anos (1985-2017), o que corresponde aproximadamente ao aumento das áreas impermeáveis (55,6%).&nbsp;As superfícies de mata, solo e até pastagens e campos foram substituídas por asfalto e concreto. E, para piorar,&nbsp;tal processo ocorreu&nbsp;numa bacia hidrográfica que tem 32,24% de áreas com susceptibilidade à inundação (baixa, média e alta), segundo os dados do Serviço Geológico do Brasil. Esse processo de impermeabilização, resultante da expansão de construções, foi mais intenso justamente nas áreas mais susceptíveis, que&nbsp;compreendem&nbsp;17,43% da área de risco total.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-Google-Maps-RMRJ-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="629" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-Google-Maps-RMRJ-1-1024x629.png" alt="" class="wp-image-2465" style="aspect-ratio:1.6279809220985693;width:448px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Em destaque (linha pontilhada em vermelho) área onde está localizado o Maciço Gerecinó-Mendanha.</em></figcaption></figure></div>


<p>O mapeamento mais recente realizado pelo MAPBIOMAS sobre o ritmo da urbanização brasileira nos mostra que esse não é um problema exclusivo da Baixada Fluminense. No Brasil, entre 1985 e 2022, as áreas urbanizadas triplicaram de tamanho, passando de 1,2 para 3,7 milhões de hectares em 2022, sendo 3% dessa expansão em locais em&nbsp;situações de risco, como as encostas íngremes. Destacam, ainda, o avanço das áreas urbanizadas em terrenos próximos aos rios. Portanto, é necessário agir com urgência diante dessa realidade que nos desafia a cada dia e cobra responsabilidade, principalmente do poder público, que tem os recursos humanos, financeiros e técnicos para serem investidos. E não do Sr. Assis que,&nbsp;com o seu corpo já naturalmente enfraquecido pela idade, buscava&nbsp;desobstruir a&nbsp;rua que havia sido inundada, mostrando a força e a vontade que as autoridades responsáveis pelo ordenamento do território&nbsp;deveriam ter.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2467" style="aspect-ratio:1;width:424px;height:auto" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-1024x1024.jpg 1024w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-300x300.jpg 300w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-150x150.jpg 150w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vista de parte da Serra do Mendanha, Nova Iguaçu/RJ. Área desmatada e com processos de erosão.</em></figcaption></figure></div>


<p>SIM, de acordo com os estudos climáticos, sabemos que a tendência é que os eventos chuvosos sejam cada vez mais frequentes e mais intensos, com poder de destruição cada vez maior! Mas, a culpa NÃO é exclusiva &#8220;da chuva&#8221;, como alguns insistem em afirmar por falta de informação ou quando é oportuno para se desviar de responsabilidades que lhes cabem. Mesmo em dias com volume menor de precipitação, o estrago tem sido enorme e repetitivo na vida de muitos moradores.</p>



<p>A água é fundamental para a nossa existência, sendo responsável por esculpir muitas entre as belas paisagens que admiramos, inclusive a desse imponente maciço, um relevo tão marcante na paisagem da Baixada da Guanabara. Um dia foi muito mais alto (3000 metros de altitude), ocupava uma área muito maior e teve apagado até os vestígios da verdadeira cratera do vulcão que um dia existiu há, aproximadamente, 65 milhões de anos. Essa água continua fazendo esse trabalho eficiente de modificá-lo, só que de forma diferente, agora com influência da ação do Ser Humano no “Antropoceno”, que acelera e intensifica os processos na superfície terrestre. A forma com que lidamos com ela diante dessa realidade é que precisa ser remediada para que não tenhamos que sentir medo ao olhar para um céu anunciando a próxima tempestade.</p>



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<p></p>



<ul>
<li><strong>Referências de informações e dados citados</strong></li>
</ul>



<p>CRUTZEN, P.J. Geology of mankind. <strong>Nature</strong>, v. 415, p.23, 2002.</p>



<p>GOUDIE, A. S. The human impact in geomorphology – 50 years of change. <strong>Geomorphology</strong>, v. 366, p. 37-59, 2020.</p>



<p>MENEZES, W. A. <strong>A heterogeneidade e as mudanças na paisagem da bacia hidrográfica dos rios Iguaçu-Sarapuí (RJ) e seus efeitos nas inundações urbanas</strong>. 2018. 99 f. Dissertação (Mestrado em Geografia), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto Multidisciplinar. Nova Iguaçu, 2018.</p>



<p>MOTOKI, A.; SOARES, R.; NETTO, A.M.; SICHEL, S.E.; AIRES, J.R.; LOBATO, M. Reavaliação genética do modelo do Vulcão de Nova Iguaçu, RJ: origem eruptiva ou intrusão subvulcânica? <strong>Geociências, Rev. Esc. Minas</strong>, v.60, n.4, p. 584-592, 2007. DOI: <a href="https://doi.org/10.1590/S0370-44672007000400003"><u>https://doi.org/10.1590/S0370-44672007000400003</u></a></p>



<p>MOTOKI, A.; PETRAKIS, G.H.; SICHEL, S.E.; CARDOSO, C.E.; MELO, R. C.; SOARES, R.; MOTOKI, K.F. Origem dos relevos do maciço sienítico do Mendanha, RJ, com base nas análises geomorfológicas e sua relação com a hipótese do vulcão de Nova Iguaçu. <strong>G</strong><strong>eociências, UNESP</strong>, v.27, n.1, p. 97-113, 2008.</p>



<p>OLIVEIRA, E. O que o abandono do Projeto Iguaçu revela sobre a gestão de riscos urbanos no Rio de Janeiro? <strong>Jornal O ECO</strong>. Disponível em: &lt;<a href="https://oeco.org.br/reportagens/o-que-o-abandono-do-projeto-iguacu-revela-sobre-a-gestao-de-riscos-urbanos-no-rio-de-janeiro/?fbclid=IwAR1sLvojSii56YY5p9W1F4yV6orxELGVTwiP8KOd-CHLoG9albdCKL0p32Q"><u>https://oeco.org.br/reportagens/o-que-o-abandono-do-projeto-iguacu-revela-sobre-a-gestao-de-riscos-urbanos-no-rio-de-janeiro/?fbclid=IwAR1sLvojSii56YY5p9W1F4yV6orxELGVTwiP8KOd-CHLoG9albdCKL0p32Q</u></a>&nbsp;&gt; Acesso: 30 jan. 2024.</p>



<p>PROJETO MAPBIOMAS. <strong>Mapeamento anual de cobertura e uso da terra no Brasil entre 1985 a 2022</strong>&nbsp;– Coleção 8, Disponível em: &lt;<a href="https://brasil.mapbiomas.org/wp-content/uploads/sites/4/2023/10/FACT_Areas-Urbanas-no-Brasil_31.10_v2.pdf"><u>https://brasil.mapbiomas.org/wp-content/uploads/sites/4/2023/10/FACT_Areas-Urbanas-no-Brasil_31.10_v2.pdf</u></a>&gt;. Acesso: 1 mar. 2024.</p>



<ul>
<li><strong>Sobre a autora</strong></li>
</ul>



<p><em>Laura é Professora do Departamento de Geografia do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.</em></p>
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			</item>
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		<title>Crise hídrica e riscos ambientais</title>
		<link>https://pangeia.ufrrj.br/crise-e-gestao-dos-recursos-hidricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 18:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Ecoss]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos ambientais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A água irá acabar? Quais os desafios para a garantia do direito ao acesso a esse recurso tão precioso para a vida humana? Por que se tornou tão importante debatermos a problemática dos riscos ambientais no mundo e, especialmente, no Brasil? No primeiro episódio do Podcast Ecoss, o Prof. Dr. Cleber Marques de Castro aborda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A água irá acabar? Quais os desafios para a garantia do direito ao acesso a esse recurso tão precioso para a vida humana? Por que se tornou tão importante debatermos a problemática dos riscos ambientais no mundo e, especialmente, no Brasil? No primeiro episódio do Podcast Ecoss, o Prof. Dr. Cleber Marques de Castro aborda esses e outros assuntos vinculados aos desafios que envolvem a gestão dos recursos hídricos e o necessário combate aos riscos ambientais potencializados pelas ações humanas nos dias atuais.</p>



<p>Apresentação: Lorrane Nunes de Alexandria.</p>



<p>Entrevista e Edição: Lucas Onofre Costa</p>
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