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	<title>Arquivo de Representação espacial - Pangeia</title>
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	<title>Arquivo de Representação espacial - Pangeia</title>
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		<title>O mundo visto por meio dos desenhos ilustrativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 16:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia e Linguagens]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagens]]></category>
		<category><![CDATA[Representação espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde muito cedo, o ser humano faz uso dos desenhos para se divertir, como forma de expressão artística, trabalho, e meio de informação sobre uma grande variedade de temas. Tente se lembrar dos primeiros desenhos que você realizou em sua vida. É provável que recorde de casas, árvores, montanhas, bonecos dos pais, irmãos e amigos&#8230; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-secundaria-1.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="582" height="397" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-secundaria-1.png" alt="" class="wp-image-2656" style="aspect-ratio:1.4659949622166246;width:593px;height:auto"/></a></figure></div>


<p>Desde muito cedo, o ser humano faz uso dos desenhos para se divertir, como forma de expressão artística, trabalho, e meio de informação sobre uma grande variedade de temas. Tente se lembrar dos primeiros desenhos que você realizou em sua vida. É provável que recorde de casas, árvores, montanhas, bonecos dos pais, irmãos e amigos&#8230; e para que pudesse representá-los foi necessário utilizar materiais como tinta, lápis, carvão, giz; atualmente, as crianças já dispõem do mouse e canetas digitais, mas a ludicidade desse recurso gráfico-visual continua viva!</p>



<p>Há registros de desenhos desde a pré-história! As cavernas de Altamira, em Santillana del Mar, próximas a Bilbao, na Espanha; e os grandes paredões de rocha no Parque Nacional da Serra da Capivara em São Raimundo Nonato, no sul do Piauí, são exemplos de pinturas conhecidas como arte rupestre, criadas entre seis e 14 mil anos atrás, e representam mensagens, desejos e necessidades do cotidiano daquelas pessoas.&nbsp;</p>



<p>De lá para cá, o desenho evolui em seus traços e propósitos, sendo utilizado em diversos campos do conhecimento humano: arte, geometria, engenharia, topografia, arquitetura, jornalismo, publicidade, entretenimento (quadrinhos, desenhos animados), ensino, entre outros. Na educação, utiliza-se o desenho ilustrativo, mais precisamente, a ilustração científico-didática, que se caracteriza por representações gráficas que possuem fins práticos, ou seja, precisa ser utilitária, tendo a obrigação de comunicar de maneira clara a informação ao seu usuário potencial, ou seja, deve ser eficaz, não permitindo ambiguidades na transmissão da informação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Derrubada-de-uma-Floresta_-Rugendas-1827.png"><img decoding="async" width="472" height="401" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Derrubada-de-uma-Floresta_-Rugendas-1827.png" alt="" class="wp-image-2660" style="aspect-ratio:1.1770573566084788;width:455px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Derrubada de uma Floresta, 1835. Johann Moritz Rugendas. Pinacoteca do Estado de São Paulo.</em></figcaption></figure></div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-secundaria-Rugendas-1.png"><img decoding="async" width="497" height="342" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-secundaria-Rugendas-1.png" alt="" class="wp-image-2668" style="aspect-ratio:1.4532163742690059;width:563px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Lagoa das Tretas, 1835. Johann Moritz Rugendas. Coleção Brasiliana Itaú.</em></figcaption></figure></div>


<p>É comum encontrar esses tipos de ilustração em revistas e livros relacionados, por exemplo, as áreas da botânica, astronomia, biologia, medicina, paleontologia, história e geografia.&nbsp;Ao contrário&nbsp;do desenho artístico, que é uma expressão livre, a ilustração possui uma função objetiva de comunicação, trazendo consigo uma relação de dependência mútua entre o texto e a imagem e vice-versa. Caracteriza-se ainda, como um desenho de síntese, e por isso, torna-se um importante recurso para se compreender e explicar conceitos, processos e/ou fenômenos de maneira simplificada e funcional.</p>



<p>No século XIX, a ilustração foi essencial para o desenvolvimento da Geografia Moderna. As expedições&nbsp;artístico-científicas europeias realizadas por viajantes naturalistas para a América, possibilitou a produção de um&nbsp;imenso e minucioso inventário da região com&nbsp;desenhos ilustrativos das formas do relevo e a hidrografia, espécies da fauna e flora, vida social, das etnias e dos costumes do novo continente. Entre os cientistas-ilustradores que desembarcaram no Brasil, dois nomes merecem destaque: o alemão Johann Moritz Rugendas&nbsp;e o francês Jean-Baptiste Debret. Ambos foram&nbsp;diretamente influenciados pelo cientista viajante Alexander von Humboldt, um dos pais da Geografia moderna. Aliás, durante as expedições, a presença de um desenhista na tripulação era indispensável, pois os olhos dos artistas viajantes registravam a paisagem dos lugares visitados. Cada trabalho realizado era uma manifestação artística e, ao mesmo tempo, uma obra criada com o propósito de deixar uma documentação histórico-cultural para a posteridade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-secundaria-5-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="598" height="314" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-secundaria-5-1.png" alt="" class="wp-image-2669" style="aspect-ratio:1.9044585987261147;width:639px;height:auto"/></a></figure></div>


<p>Além dos registros da paisagem, a geografia ainda utiliza outras técnicas de desenho que proporcionam ilustrações esquemáticas. E nesse caso, citam-se o bloco-diagrama e o perfil. O bloco-diagrama é uma representação em perspectiva de uma parte da crosta terrestre, na qual se pode observar ao mesmo tempo a topografia e as camadas geológicas; enquanto o perfil é uma representação em forma de gráfico de um corte do terreno, apresentando duas escalas: vertical, que representa a maior ou menor ocorrência do elemento descrito (por ex.: relevo, vegetação, áreas de calor, potencial hídrico); e horizontal, que representa o tamanho da distância do terreno representado.</p>



<p>A sociedade contemporânea, mais do que em qualquer outro momento histórico, utiliza exponencialmente as mais variadas imagens como meio de comunicação.&nbsp;Deste modo, cabe pensar em um uso cada vez maior e melhor das ilustrações no campo da educação, inclusive da Geografia; tanto na divulgação dos conhecimentos científicos, quanto em sua utilização pelos professores em sala de aula.</p>



<p></p>



<ul>
<li><strong>Leituras sugeridas</strong></li>
</ul>



<p>SILVA, Ney; VALE, Keila e FERREIRA, Ana Regina. <strong>Arte na Geografia: um ensaio teórico-conceitual</strong>. São Luís: Clube de Autores, 2002, 84 p.</p>



<p>SUETERGARAY, Dirce Maria Antunes.<strong>&nbsp;Terra: feições ilustradas</strong>. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.</p>



<p>FIORI, Sergio Ricardo e LUCENA, Rodolpho Willian Alves de. O uso da comunicação visual na Geografia: a ilustração nos ambientes escolar, acadêmico e profissional. <strong>Caminhos de Geografia</strong>, n°. 75, v. 21, p.117-136, 2020.</p>



<p></p>



<ul>
<li><strong>Sobre o autor</strong><strong></strong></li>
</ul>



<p><em>Sérgio é professor do Departamento de Geografia do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.</em><em></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>As verdades (e mentiras) dos mapas</title>
		<link>https://pangeia.ufrrj.br/as-verdades-e-mentiras-dos-mapas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 17:16:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia e Linguagens]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografia]]></category>
		<category><![CDATA[Representação espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mapa apresenta-se como um instrumento narrativo de uma dada realidade espacial. Entretanto, a complexidade infinita do real &#8211; o mistério da realidade &#8211; extrapola todas as possibilidades narrativas. Assim sendo, das múltiplas lentes ou perspectivas existentes &#8211; todas elas voltadas para a análise e o entendimento do real &#8211; a Cartografia e os seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Principal-1-Planisferio-Mercator.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="777" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Principal-1-Planisferio-Mercator.jpg" alt="" class="wp-image-1994" style="aspect-ratio:1.8018018018018018;width:777px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">&#8220;<em>Projeção original de Mercator, 1587</em>&#8220;. Fonte: IBGE &#8211; Atlas Escolar.</figcaption></figure></div>


<p>O mapa apresenta-se como um instrumento narrativo de uma dada realidade espacial. Entretanto, a complexidade infinita do real &#8211; o mistério da realidade &#8211; extrapola todas as possibilidades narrativas. Assim sendo, das múltiplas lentes ou perspectivas existentes &#8211; todas elas voltadas para a análise e o entendimento do real &#8211; a Cartografia e os seus mapas <em>manifestam-se apenas como um ponto de vista</em>, ou seja, uma forma singular de expressão cujo objetivo primordial concentra-se na promessa de tornar inteligível, através de representações gráficas, as espacialidades de um segmento do mundo concreto. Desse modo, devemos enfatizar que somente (e justamente) no cruzamento entre as várias imaginações ou vieses narrativos &#8211; do qual o mapa é somente um prisma simplificado &#8211; é que se revela o perfil da realidade investigada.</p>



<p>A inclinação da vontade humana no que se refere à elaboração de modelos ambientais &#8211; como capacidade de se tentar perceber imaginativamente a realidade &#8211; não é algo novo. As primeiras representações concretas do ambiente, projetadas nas superfícies das cavernas europeias, através de pintura ou arte rupestre, datam de algo em torno dos 50.000 anos e tinham como intuito registrar a percepção do espaço circundante para além da imprecisa memória (ou para além dos nossos imprecisos e voláteis mapas mentais). Tal noção embrionária de projeção permanece viva através da história da Cartografia, transformando-se em atributo irrefutável nas representações terrestres. A projeção cartográfica de Mercator, elaborada no século XVI e ainda considerada a mais emblemática, simbólica e icônica das projeções, vem consolidando uma visão de mundo peculiar no ideário do senso comum através dos séculos. A título de definição, as projeções cartográficas são entendidas como formas ou técnicas de se representar a superfície terrestre esférica de três dimensões (3D) em mapas planificados de duas dimensões (2D). Vale ressaltar, contudo, que toda e qualquer projeção traz consigo uma série de deformações ou um conjunto de ‘mentiras geográficas’.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Secundaria-2-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Secundaria-2-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2170" style="aspect-ratio:1;width:560px;height:auto" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Secundaria-2-1024x1024.jpg 1024w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Secundaria-2-300x300.jpg 300w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Secundaria-2-150x150.jpg 150w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-Secundaria-2-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>&#8220;Projeção equidistante com o Brasil no centro do mundo&#8221;</em>. Fonte: USP (1949).</figcaption></figure></div>


<p>Atrelada à projeção e gravação da percepção do ambiente adjacente nas superfícies rochosas das cavernas, surge a noção de escala de redução. Intrínseco a toda forma de representação espacial, e que jamais pode ser negligenciada, a escala de representação em Cartografia diz respeito às correlações existentes entre as dimensões gráficas (do modelo ou mapa) e as dimensões naturais (do objeto real). Isto posto, deve-se pontuar que aquele que elabora um documento cartográfico encontra-se inteiramente submetido a um sistema de proporções, ou seja, a uma redução invariável do mundo vivido &#8211; em uma certa quantidade de vezes &#8211; para que a realidade investigada seja reproduzida numa folha de papel ou qualquer outra superfície de projeção.</p>



<p>Outro elemento essencial pertinente ao campo do conhecimento cartográfico refere-se à adoção de um sistema de coordenadas por parte daquele que produz um mapa. Um objeto presente no mundo vivido palpável, ao ser capturado e esquematizado através das técnicas do desenho cartográfico, deve ser vinculado a uma rede de referências, cujo propósito gira em torno da localização precisa do tal elemento, bem como no que concerne à delimitação de suas dimensões físicas.</p>



<p>Os múltiplos itens da realidade presentes numa fração do espaço, quando submetidos ao processo de modelagem ambiental (processo de mapeamento), passam invariavelmente por uma série de seleções subjetivas. O <em>map maker</em>&nbsp;simplifica o mundo real na tentativa de torná-lo imaginável e compreensível para um conjunto de pessoas que provavelmente encontra-se afastado daquela dada realidade. Vale salientar que o sujeito que faz a leitura de um determinado mapa, simplesmente se apropria de uma imagem de mundo fixa, congelada e pré-estabelecida por um cartógrafo específico (indivíduo com as suas singularidades, imerso em crenças, preconceitos, história de vida, etc.), deslocando-se excessivamente da apreciação do verdadeiro real.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-secundaria-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="847" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-secundaria-4.jpg" alt="" class="wp-image-2179" style="aspect-ratio:0.9445100354191264;width:336px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Obra &#8220;El norte es el sur&#8221;</em>. Autor: Joaquim Garcia (1935).</figcaption></figure></div>


<p>Portanto, cada mapa possui a sua própria história, bem como expressa uma narrativa singular, assim como oculta seus próprios segredos. O mapa possui uma aura de confiabilidade que devemos sempre desconfiar, além de apresenta-se tal qual um mensageiro de verdades ordenadas e objetivas que devemos também sempre duvidar. Entretanto, mergulhemos sob sua superfície e uma história muito diferente emergirá. Mapas fascinam, provocam, perturbam, debocham e, sobretudo, revelam as sinceridades mais profundas não apenas de onde viemos &#8211; mas sobre quem realmente somos.</p>



<p></p>



<p></p>



<ul>
<li><strong>Referências</strong><strong></strong></li>
</ul>



<p>HARLEY, J. B.; WOODWARD, D. (org.). <strong>The history of cartography</strong>: cartography in Prehistoric, Ancient and Medieval Europe and the Mediterranean. Vol. 1. Chicago: University of Chicago Press, 1987.</p>



<p>THE BEAUTY OF MAPS. Direção de Steven Clarke. United Kingdom: BBC, 2010. (4 episódios).</p>



<ul>
<li><strong>Sobre o autor</strong><strong></strong></li>
</ul>



<p><em>Gustavo é Professor do Departamento de Geografia do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.</em><em></em></p>
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