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	<title>Arquivo de Riscos ambientais - Pangeia</title>
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	<title>Arquivo de Riscos ambientais - Pangeia</title>
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		<title>A chuva é igual para todos?</title>
		<link>https://pangeia.ufrrj.br/a-chuva-e-igual-para-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 20:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades e Cotidianidades]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando olhamos para o céu e vemos as nuvens se formando, a chuva que se aproxima parece ser a mesma para todos. Ela não escolhe onde cair, quem molhar ou quem beneficiar. No alto, no processo natural de sua formação, a chuva é, de fato, “democrática”. Mas essa igualdade termina no exato momento em que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Principal-Foto-de-Diego-Fraga-pexels.com_-5-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1931" height="2560" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Principal-Foto-de-Diego-Fraga-pexels.com_-5-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-3009" style="aspect-ratio:0.754296875;width:621px;height:auto" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Principal-Foto-de-Diego-Fraga-pexels.com_-5-scaled.jpg 1931w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Principal-Foto-de-Diego-Fraga-pexels.com_-5-1159x1536.jpg 1159w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Principal-Foto-de-Diego-Fraga-pexels.com_-5-1545x2048.jpg 1545w" sizes="(max-width: 1931px) 100vw, 1931px" /></a></figure></div>


<p class="has-medium-font-size"></p>



<p>Quando olhamos para o céu e vemos as nuvens se formando, a chuva que se aproxima parece ser a mesma para todos. Ela não escolhe onde cair, quem molhar ou quem beneficiar. No alto, no processo natural de sua formação, a chuva é, de fato, “democrática”. Mas essa igualdade termina no exato momento em que as gotas tocam o chão. É aí que começam a aparecer, de forma muito clara, as marcas das desigualdades sociais e espaciais.</p>



<p>Esse tema, que pode parecer distante ou abstrato, está muito mais perto do nosso dia a dia do que imaginamos. Um exemplo bem didático encontra-se no filme <em>Parasita </em>(2019), especialmente na cena em que uma forte chuva gera impactos completamente diferentes para duas famílias. Para a família rica, que mora numa casa ampla, bem estruturada e protegida, a chuva é apenas um refresco, uma “bênção” pois traz alívio depois de dias de calor. Enquanto isso, para a família pobre, que vive em um subsolo apertado e vulnerável, essa mesma chuva se transforma em pesadelo: a casa é invadida por água suja, eles perdem o pouco que têm e precisam lidar com o caos causado pelo alagamento.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-1-2.png"><img decoding="async" width="620" height="615" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-1-2.png" alt="" class="wp-image-3034" style="aspect-ratio:1.008130081300813;width:331px;height:auto" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-1-2.png 620w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-1-2-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Cena do filme Parasita, direção de Bong Joon-ho, 2019</em>.<br><br></figcaption></figure></div>


<p>Cenas como a retratada no filme <em>Parasita</em> não estão tão distantes da nossa realidade. Em diversas regiões do Brasil, as chuvas fortes têm revelado um retrato social desigual e o quanto as populações pobres tendem a ser as mais atingidas pelas consequências desses eventos climáticos.</p>



<p>Por exemplo, no ano de 2022, a cidade de Petrópolis, localizada no estado do Rio de Janeiro, enfrentou sua maior tragédia climática. Segundo dados da Defesa Civil de Petrópolis (Beck, 2023), mais de 4.000 mil famílias ficaram desalojadas e 241 óbitos foram registrados após um período de intensas chuvas no município. Muitas dessas mortes ocorreram em decorrência dos deslizamentos de terra no Morro da Oficina, lugar habitado predominantemente por populações de baixa renda.</p>



<p>De forma semelhante, em 2024, as inundações que acometeram grande parte do estado do Rio Grande do Sul deixaram várias cidades debaixo d&#8217;água e impressionaram todo o Brasil. Segundo o Observatório das Metrópoles (2024), as áreas mais afetadas pelas enchentes concentravam populações de baixa renda e, especialmente, a população negra. Esses eventos evidenciam um profundo contraste social, pois os mais atingidos são também aqueles que mais necessitam do apoio do poder público e enfrentam maiores dificuldades para depois reestabelecerem sua vida.</p>



<p>Esses episódios têm se tornado cada vez mais frequentes e acontecem em outras regiões e municípios brasileiros, como em Nova Iguaçu, localizado na Baixada Fluminense. Apesar de ser um fenômeno natural, a chuva acaba funcionando como uma espécie de “lupa” que escancara as desigualdades sociais e deixa evidente quem são os mais afetados pelos problemas urbanos e ambientais. E não é preciso muito esforço para perceber isso.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-3.png"><img decoding="async" width="813" height="459" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-3.png" alt="" class="wp-image-3024" style="aspect-ratio:1.7712418300653594;width:685px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Transbordamento do Rio Botas, município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Foto: G1, 2022.</em></figcaption></figure></div>


<p>Dados da estação meteorológica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), localizada no Colégio Estadual Mestre Hiram, no centro de Nova Iguaçu, mostram como as chuvas intensas fazem parte da rotina da cidade. Só em dezembro de 2024, por exemplo, foram registrados 148 mm de chuva em um intervalo de 4 horas, volume suficiente para gerar alagamentos, deslizamentos e uma série de problemas urbanos. Nesse mesmo dia, a Defesa Civil precisou emitir alertas, elevando o nível de risco, justamente porque eventos como esse aumentam a possibilidade de desastres ambientais.</p>



<p>O problema é que os impactos dessa chuva não são sentidos da mesma maneira por todos. Isso acontece por vários fatores, como o relevo, o tipo de ocupação do solo e, principalmente, a forma como a cidade se organizou ao longo do tempo. A área central de Nova Iguaçu, por exemplo, tem uma baixa declividade, ou seja, é mais plana. Isso, somado à urbanização desordenada e à impermeabilização do solo, impede a água de ser absorvida, fazendo com que o risco de alagamentos e enchentes seja maior.</p>



<p>De maneira geral, a urbanização brasileira é marcada por processos históricos de segregação socioespacial. É comum as pessoas de maior poder aquisitivo residirem nas áreas mais valorizadas das cidades, isto é, dotadas de toda sorte de infraestruturas, amenidades (como parques e áreas arborizadas) e menos suscetíveis a problemas ambientais, como enchentes e deslizamentos de terras. Já as populações mais pobres foram “empurradas”, ao longo do tempo, para áreas mais distantes e precárias, desprovidas de infraestruturas urbanas e, consequentemente, mais vulneráveis, muitas vezes às margens de rios, encostas ou fundos de vale. São justamente essas áreas que mais sofrem quando a chuva vem forte.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-4.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="467" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-secundaria-4.png" alt="" class="wp-image-3027" style="aspect-ratio:1.366167023554604;width:776px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Perfil de elevação do terreno, município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Fonte: Fonte: Google Earth, 2025</em>.</figcaption></figure></div>


<p>Além disso, as mudanças climáticas em curso têm agravado ainda mais essa situação. Estudos mostram que eventos extremos, como chuvas intensas e ondas de calor, estão se tornando cada vez mais frequentes e severas. E quem sente com mais força esses impactos? As populações que já vivem em situação de vulnerabilidade socioespacial. Trata-se daquele velho ciclo nada virtuoso: quem tem menos recursos e mora em locais mais precários, têm menos acesso à infraestrutura, saneamento e proteção, e por isso sofre mais.</p>



<p>O aumento das temperaturas, as alterações nos padrões de precipitação e a maior frequência de eventos naturais extremos não são mais previsões de um futuro distante; são agora uma realidade. E o mais preocupante é que, apesar de todas essas evidências, as políticas públicas ainda caminham de forma lenta e, muitas vezes, são ineficientes para lidar com esses desafios. As Prefeituras Municipais, que deveriam estar na linha de frente desse debate, ainda não incorporam de forma consistente a questão climática nas suas estratégias de planejamento e desenvolvimento urbano.</p>



<p>Diante desse cenário, surgem algumas indagações, como por exemplo: até que ponto a própria pobreza, e os processos de segregação e exclusão social e espacial, não se tornam também um fator de potencialização dos desastres ambientais? Ou ainda, até que ponto a situação de pobreza não torna essa parcela da população ainda mais suscetível aos riscos climáticos e ambientais?</p>



<p>A resposta, infelizmente, aparece toda vez que uma nuvem escura se forma no céu. A chuva, por si só, não escolhe onde cair, mas o chão onde ela toca está longe de ser igual para todos. E, enquanto essa realidade não mudar, continuará sendo assim: a água que refresca uns, afoga e destrói a vida de outros.</p>



<p class="has-large-font-size"></p>



<ul>
<li><strong>Referências</strong></li>
</ul>



<p>ARMOND, Núbia Beray; SANT&#8217;ANNA NETO, João Entre Eventos e Episódios: Ritmo Climático e Excepcionalidade para uma Abordagem Geográfica do Clima no Município do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Climatologia, [S. l.], v. 20, 202 Lima.1.</p>



<p>BBC NEWS BRASIL. 25 imagens impactantes da tragédia das chuvas no Rio Grande do Sul. Disponível em:<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx7d1ppl0lzo"> </a><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx7d1ppl0lzo">https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx7d1ppl0lzo</a>. Acesso em: 8 ago. 2025.</p>



<p>Beck, Z. J. V. (2023). Meio ambiente e cidades resilientes: Reflexões sobre o desastre em Petrópolis no ano de 2022. <em>Revista Da EMERJ</em>, <em>24</em>(2), 202–216. Acesso em: 8 ago. 2025 <a href="https://ojs.emerj.com.br/index.php/revistadaemerj/article/view/484">https://ojs.emerj.com.br/index.php/revistadaemerj/article/view/484</a></p>



<p>CLIMAENGEO. Estação Meteorológica. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Nova Iguaçu, 2024.</p>



<p>G1. <em>Dois anos depois, Petrópolis ainda se recupera dos impactos da tragédia de 15 de fevereiro</em>. 15 fev. 2024. Disponível em:<a href="https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2024/02/15/dois-anos-depois-petropolis-ainda-se-recupera-dos-impactos-da-tragedia-de-15-de-fevereiro.ghtml"> </a><a href="https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2024/02/15/dois-anos-depois-petropolis-ainda-se-recupera-dos-impactos-da-tragedia-de-15-de-fevereiro.ghtml">https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2024/02/15/dois-anos-depois-petropolis-ainda-se-recupera-dos-impactos-da-tragedia-de-15-de-fevereiro.ghtml</a>. Acesso em: 12 jul. 2025.</p>



<p>G1. <em>A prefeitura de Nova Iguaçu decreta situação de emergência após fortes chuvas</em>. Rio de Janeiro: G1, 2 abr. 2022. Disponível em:</p>



<p><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/04/02/prefeitura-de-nova-iguacu-decreta-situacao-de-emergencia-apos-fortes-chuvas.ghtml">https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/04/02/prefeitura-de-nova-iguacu-decreta-sit</a> <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/04/02/prefeitura-de-nova-iguacu-decreta-situacao-de-emergencia-apos-fortes-chuvas.ghtml">uacao-de-emergencia-apos-fortes-chuvas.ghtml</a>. Acesso em: 31 maio 2025.</p>



<p>MARENGO, J. A.. Água e mudanças climáticas . Estudos Avançados, São Paulo, Brasil, v. 22, n. 63, p. 83–96, 2008.</p>



<p>MENEZES, Wallace de Araújo, 1990- A heterogeneidade e as mudanças na paisagem da bacia hidrográfica dos rios Iguaçu-Sarapuí (RJ) e seus efeitos nas inundações urbanas / Wallace de Araújo Menezes. &#8211; 2018.</p>



<p>OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES. <em>População pobre e negra é a mais afetada pelas enchentes no Rio Grande do Sul</em>. 2024. Disponível em:<a href="https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/boletins/populacao-pobre-e-negra-e-mais-afetada-pelas-enchentes-no-rio-grande-do-sul/"> </a><a href="https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/boletins/populacao-pobre-e-negra-e-mais-afetada-pelas-enchentes-no-rio-grande-do-sul/">https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/boletins/populacao-pobre-e-negra-e-mais-afetada-pelas-enchentes-no-rio-grande-do-sul/</a>. Acesso em: 12 jul. 2025.</p>



<p>PARASITA. Direção: Bong Joon-ho. Coreia do Sul: Barunson E&amp;A, 2019. 1 filme (132 min).</p>



<p>SIMÕES, M. R.. A cidade estilhaçada: reestruturação econômica e emancipações municipais na Baixada Fluminense Tese de Doutorado. Niteroi, Universidade Federal Fluminense. 2006.</p>



<p>TUCCI, C. E. M. Águas urbanas. Estudos Avançados, São Paulo, Brasil, v. 22, n. 63, p. 97–112, 2008.</p>



<p>ZANGALLI JUNIOR, P. C.. (Des)articulações entre crise climática e riscos urbano ambientais. Revista Brasileira de Climatologia, [S. l.], v. 34, n. 20, p. 134–158, 2024.</p>



<p class="has-large-font-size"></p>



<ul>
<li><strong>Sobre as autoras</strong></li>
</ul>



<p><em>Gabrielle e Bianca são alunas do curso de mestrado em Geografia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manguezais: para que servem?</title>
		<link>https://pangeia.ufrrj.br/manguezais-para-que-servem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 19:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gotas de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ecossistema]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos ambientais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sempre bem vistos aos olhos das pessoas comuns, que muitas vezes os desvalorizam em função de sua aparência, cheiro e solos lamacentos, os manguezais, no entanto, desempenham importantes papéis ecológicos e econômicos. Neste material produzido pela Equipe do Pangeia para a seção Gotas de Conhecimento, você conhecerá melhor as características desse ecossistema, bem como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nem sempre bem vistos aos olhos das pessoas comuns, que muitas vezes os desvalorizam em função de sua aparência, cheiro e solos lamacentos, os manguezais, no entanto, desempenham importantes papéis ecológicos e econômicos. Neste material produzido pela Equipe do Pangeia para a seção Gotas de Conhecimento, você conhecerá melhor as características desse ecossistema, bem como os desafios que afetam hoje a sua conservação.<em> &nbsp;&nbsp;&nbsp;</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/10/MANGUEZAIS-PARA-QUE-SERVEM-Quadrado-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/10/MANGUEZAIS-PARA-QUE-SERVEM-Quadrado-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-3113" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/10/MANGUEZAIS-PARA-QUE-SERVEM-Quadrado-1-1024x1024.png 1024w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/10/MANGUEZAIS-PARA-QUE-SERVEM-Quadrado-1-300x300.png 300w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/10/MANGUEZAIS-PARA-QUE-SERVEM-Quadrado-1-150x150.png 150w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/10/MANGUEZAIS-PARA-QUE-SERVEM-Quadrado-1-768x768.png 768w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2025/10/MANGUEZAIS-PARA-QUE-SERVEM-Quadrado-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure></div><p>O post <a href="https://pangeia.ufrrj.br/manguezais-para-que-servem/">Manguezais: para que servem?</a> apareceu primeiro em <a href="https://pangeia.ufrrj.br">Pangeia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mudanças climáticas</title>
		<link>https://pangeia.ufrrj.br/mudancas-climaticas-e-educacao-para-o-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 16:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Ecoss]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Crise ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos ambientais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual o clima de sua região? Como está o tempo hoje? Clima e tempo são sinônimos? Afinal, vivemos um período de mudanças climáticas em escala global? Quais seriam as evidências disso? Estamos preparados para enfrentar seus efeitos? No segundo episódio do Podcast Ecoss, a Dra. Cristiane Cardoso, Professora do Departamento de Geografia do Instituto Multidisciplinar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Qual o clima de sua região? Como está o tempo hoje? Clima e tempo são sinônimos? Afinal, vivemos um período de mudanças climáticas em escala global? Quais seriam as evidências disso? Estamos preparados para enfrentar seus efeitos? No segundo episódio do Podcast Ecoss, a Dra. Cristiane Cardoso, Professora do Departamento de Geografia do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, esclarece esses assuntos e destaca a importância crescente que uma &#8220;Educação para o Risco&#8221; assume, diante da maior ocorrência dos eventos climáticos extremos.</p>



<p>Entrevista e Edição: Lucas Onofre Costa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A culpa é da chuva? Problemas do escoamento das águas na periferia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://pangeia.ufrrj.br/a-culpa-e-da-chuva-problemas-do-escoamento-da-agua-na-periferia-da-regiao-metropolitana-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 14:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades e Cotidianidades]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pangeia.ufrrj.br/?p=2434</guid>

					<description><![CDATA[<p>Era um domingo ensolarado de verão mas ao mesmo tempo nebuloso. Fui observar os estragos causados pela combinação de chuvas intensas e ineficiência do poder público na busca de soluções efetivas para o melhor escoamento das águas na bacia de drenagem do rio Botas, entre os municípios de Nova Iguaçu e Belford Roxo, um contribuinte [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2458" style="aspect-ratio:1;width:451px;height:auto" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-1024x1024.jpg 1024w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-300x300.jpg 300w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-150x150.jpg 150w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Sr-Luiz-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Morador retirando detritos acumulados em rua após chuvas intensas ocorridas em Fevereiro de 2024, Nova Iguaçu/RJ.</em></figcaption></figure></div>


<p>Era um domingo ensolarado de verão mas ao mesmo tempo nebuloso. Fui observar os estragos causados pela combinação de chuvas intensas e ineficiência do poder público na busca de soluções efetivas para o melhor escoamento das águas na bacia de drenagem do rio Botas, entre os municípios de Nova Iguaçu e Belford Roxo, um contribuinte do rio Iguaçu, integrante da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara. Presenciei e registrei uma imagem que escancara a realidade: Sr. Assis, um idoso de 86 anos, desobstruindo a Rua Serra com as próprias mãos pra evitar que a sua casa fosse&nbsp;invadida com a próxima chuva intensa.</p>



<p>Preocupada com o tamanho dos matacões, blocos grandes de rochas, que ele tentava deslocar, e correndo muitos riscos de se machucar, fui ajudar a arrancar um tronco grande entre os detritos acumulados. Aproveitei para conversar e perguntar se viu aquela Serra ainda com mata/floresta no passado. Ele, morador da localidade há muitas décadas, me respondeu que sim, indicando onde havia plantação de laranjas e a parte&nbsp;onde ainda havia floresta e, além disso, afirmou que antes as águas da chuva não desciam com a rapidez e o volume de hoje.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-20240312-WA0002.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-20240312-WA0002.jpg" alt="" class="wp-image-2499" style="aspect-ratio:4/3;object-fit:cover;width:386px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vista aérea da Baixada Fluminense. Ao fundo, observa-se o Maciço Gerecinó-Mendanha.</em></figcaption></figure></div>


<p>Não é preciso ir longe para conhecer a realidade ou buscar soluções. O Maciço Gericinó-Mendanha tem áreas protegidas por legislação Federal, as chamadas Unidades de Conservação (Área de Preservação Ambiental do Mendanha, Parque Estadual do Mendanha, Parque Natural Municipal da Serra do Mendanha e Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu) que, com a sua cobertura florestal, têm um papel essencial, entre outras finalidades, de absorver a água da chuva e reduzir a quantidade e a velocidade com que ela chega na parte debaixo, na planície, a mais impermeabilizada da cidade, com asfalto, concreto&nbsp;e&nbsp;todo tipo de superfície que impede a infiltração da água no solo.</p>



<p>O que falta para que projetos de recuperação florestal da Serra de Madureira sejam colocados em prática de forma ampla e efetiva? A recuperação da vegetação poderia trazer muitos benefícios, incluindo a geração de empregos e renda para moradores do entorno. Embora exista um projeto pontual que atua com participação voluntária (“Eles queimam, nós plantamos” &#8211; Instituto Educação Ambiental e Ecoturismo),&nbsp;e que mostra no próprio nome o desafio da recuperação da mata diante de ações&nbsp;criminosas&nbsp;constantes, outros projetos precisam ser incentivados e financiados, com ampliação para todas as vertentes, que têm solos já muito degradados, compactados pela citricultura, pastagens e,&nbsp;agora,&nbsp;fragilizados ainda mais&nbsp;por uma expansão urbana que também avança para as suas encostas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Igreja-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="997" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Igreja-1-1024x997.jpg" alt="" class="wp-image-2462" style="aspect-ratio:1.0270812437311936;width:415px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Rua danificada e repleta de detritos após chuvas intensas ocorridas em Fevereiro de 2024, Nova Iguaçu/RJ.</em></figcaption></figure></div>


<p>Proprietários ou invasores, além de não recuperarem a área, praticam formas de ocupação&nbsp;e uso do solo que prejudicam a condição das encostas, aumentando a ocorrência de deslizamentos de terra, cada vez mais frequentes, e contribuindo para que a água desça de forma cada vez mais violenta.&nbsp;&nbsp;Se não realocados,&nbsp;eles deveriam ser orientados para mudar as suas práticas, afinal a perpetuação de modos danosos de uso do solo&nbsp;nas&nbsp;encostas tende a agravar os episódios de enchentes, inundações e &nbsp;alagamentos na área urbana, submetendo toda a população a viver sob condições&nbsp;de risco&nbsp;cada vez mais frequentes&nbsp;e com maior gravidade. É evidente que isso não basta como solução para o problema, que é bem conhecido, particularmente&nbsp;na Baixada Fluminense. O abandono do Projeto Iguaçu, por exemplo, é uma realidade que precisa ser lembrada, sendo reconhecido como um projeto que contempla medidas que reduziriam o impacto dessas águas na área já intensamente urbanizada, drenada pelo rio Botas e afluentes.</p>



<p>Também sabemos que a bacia do rio Iguaçu-Sarapuí registra aumento de áreas construídas (urbanização) de 59,5% em 32 anos (1985-2017), o que corresponde aproximadamente ao aumento das áreas impermeáveis (55,6%).&nbsp;As superfícies de mata, solo e até pastagens e campos foram substituídas por asfalto e concreto. E, para piorar,&nbsp;tal processo ocorreu&nbsp;numa bacia hidrográfica que tem 32,24% de áreas com susceptibilidade à inundação (baixa, média e alta), segundo os dados do Serviço Geológico do Brasil. Esse processo de impermeabilização, resultante da expansão de construções, foi mais intenso justamente nas áreas mais susceptíveis, que&nbsp;compreendem&nbsp;17,43% da área de risco total.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-Google-Maps-RMRJ-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="629" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-Google-Maps-RMRJ-1-1024x629.png" alt="" class="wp-image-2465" style="aspect-ratio:1.6279809220985693;width:448px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Em destaque (linha pontilhada em vermelho) área onde está localizado o Maciço Gerecinó-Mendanha.</em></figcaption></figure></div>


<p>O mapeamento mais recente realizado pelo MAPBIOMAS sobre o ritmo da urbanização brasileira nos mostra que esse não é um problema exclusivo da Baixada Fluminense. No Brasil, entre 1985 e 2022, as áreas urbanizadas triplicaram de tamanho, passando de 1,2 para 3,7 milhões de hectares em 2022, sendo 3% dessa expansão em locais em&nbsp;situações de risco, como as encostas íngremes. Destacam, ainda, o avanço das áreas urbanizadas em terrenos próximos aos rios. Portanto, é necessário agir com urgência diante dessa realidade que nos desafia a cada dia e cobra responsabilidade, principalmente do poder público, que tem os recursos humanos, financeiros e técnicos para serem investidos. E não do Sr. Assis que,&nbsp;com o seu corpo já naturalmente enfraquecido pela idade, buscava&nbsp;desobstruir a&nbsp;rua que havia sido inundada, mostrando a força e a vontade que as autoridades responsáveis pelo ordenamento do território&nbsp;deveriam ter.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2467" style="aspect-ratio:1;width:424px;height:auto" srcset="https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-1024x1024.jpg 1024w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-300x300.jpg 300w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-150x150.jpg 150w, https://pangeia.ufrrj.br/wp-content/uploads/2024/03/IMG-Caminhonete-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Vista de parte da Serra do Mendanha, Nova Iguaçu/RJ. Área desmatada e com processos de erosão.</em></figcaption></figure></div>


<p>SIM, de acordo com os estudos climáticos, sabemos que a tendência é que os eventos chuvosos sejam cada vez mais frequentes e mais intensos, com poder de destruição cada vez maior! Mas, a culpa NÃO é exclusiva &#8220;da chuva&#8221;, como alguns insistem em afirmar por falta de informação ou quando é oportuno para se desviar de responsabilidades que lhes cabem. Mesmo em dias com volume menor de precipitação, o estrago tem sido enorme e repetitivo na vida de muitos moradores.</p>



<p>A água é fundamental para a nossa existência, sendo responsável por esculpir muitas entre as belas paisagens que admiramos, inclusive a desse imponente maciço, um relevo tão marcante na paisagem da Baixada da Guanabara. Um dia foi muito mais alto (3000 metros de altitude), ocupava uma área muito maior e teve apagado até os vestígios da verdadeira cratera do vulcão que um dia existiu há, aproximadamente, 65 milhões de anos. Essa água continua fazendo esse trabalho eficiente de modificá-lo, só que de forma diferente, agora com influência da ação do Ser Humano no “Antropoceno”, que acelera e intensifica os processos na superfície terrestre. A forma com que lidamos com ela diante dessa realidade é que precisa ser remediada para que não tenhamos que sentir medo ao olhar para um céu anunciando a próxima tempestade.</p>



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<ul>
<li><strong>Referências de informações e dados citados</strong></li>
</ul>



<p>CRUTZEN, P.J. Geology of mankind. <strong>Nature</strong>, v. 415, p.23, 2002.</p>



<p>GOUDIE, A. S. The human impact in geomorphology – 50 years of change. <strong>Geomorphology</strong>, v. 366, p. 37-59, 2020.</p>



<p>MENEZES, W. A. <strong>A heterogeneidade e as mudanças na paisagem da bacia hidrográfica dos rios Iguaçu-Sarapuí (RJ) e seus efeitos nas inundações urbanas</strong>. 2018. 99 f. Dissertação (Mestrado em Geografia), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto Multidisciplinar. Nova Iguaçu, 2018.</p>



<p>MOTOKI, A.; SOARES, R.; NETTO, A.M.; SICHEL, S.E.; AIRES, J.R.; LOBATO, M. Reavaliação genética do modelo do Vulcão de Nova Iguaçu, RJ: origem eruptiva ou intrusão subvulcânica? <strong>Geociências, Rev. Esc. Minas</strong>, v.60, n.4, p. 584-592, 2007. DOI: <a href="https://doi.org/10.1590/S0370-44672007000400003"><u>https://doi.org/10.1590/S0370-44672007000400003</u></a></p>



<p>MOTOKI, A.; PETRAKIS, G.H.; SICHEL, S.E.; CARDOSO, C.E.; MELO, R. C.; SOARES, R.; MOTOKI, K.F. Origem dos relevos do maciço sienítico do Mendanha, RJ, com base nas análises geomorfológicas e sua relação com a hipótese do vulcão de Nova Iguaçu. <strong>G</strong><strong>eociências, UNESP</strong>, v.27, n.1, p. 97-113, 2008.</p>



<p>OLIVEIRA, E. O que o abandono do Projeto Iguaçu revela sobre a gestão de riscos urbanos no Rio de Janeiro? <strong>Jornal O ECO</strong>. Disponível em: &lt;<a href="https://oeco.org.br/reportagens/o-que-o-abandono-do-projeto-iguacu-revela-sobre-a-gestao-de-riscos-urbanos-no-rio-de-janeiro/?fbclid=IwAR1sLvojSii56YY5p9W1F4yV6orxELGVTwiP8KOd-CHLoG9albdCKL0p32Q"><u>https://oeco.org.br/reportagens/o-que-o-abandono-do-projeto-iguacu-revela-sobre-a-gestao-de-riscos-urbanos-no-rio-de-janeiro/?fbclid=IwAR1sLvojSii56YY5p9W1F4yV6orxELGVTwiP8KOd-CHLoG9albdCKL0p32Q</u></a>&nbsp;&gt; Acesso: 30 jan. 2024.</p>



<p>PROJETO MAPBIOMAS. <strong>Mapeamento anual de cobertura e uso da terra no Brasil entre 1985 a 2022</strong>&nbsp;– Coleção 8, Disponível em: &lt;<a href="https://brasil.mapbiomas.org/wp-content/uploads/sites/4/2023/10/FACT_Areas-Urbanas-no-Brasil_31.10_v2.pdf"><u>https://brasil.mapbiomas.org/wp-content/uploads/sites/4/2023/10/FACT_Areas-Urbanas-no-Brasil_31.10_v2.pdf</u></a>&gt;. Acesso: 1 mar. 2024.</p>



<ul>
<li><strong>Sobre a autora</strong></li>
</ul>



<p><em>Laura é Professora do Departamento de Geografia do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.</em></p>
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		<title>Crise hídrica e riscos ambientais</title>
		<link>https://pangeia.ufrrj.br/crise-e-gestao-dos-recursos-hidricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 18:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Ecoss]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos ambientais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A água irá acabar? Quais os desafios para a garantia do direito ao acesso a esse recurso tão precioso para a vida humana? Por que se tornou tão importante debatermos a problemática dos riscos ambientais no mundo e, especialmente, no Brasil? No primeiro episódio do Podcast Ecoss, o Prof. Dr. Cleber Marques de Castro aborda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A água irá acabar? Quais os desafios para a garantia do direito ao acesso a esse recurso tão precioso para a vida humana? Por que se tornou tão importante debatermos a problemática dos riscos ambientais no mundo e, especialmente, no Brasil? No primeiro episódio do Podcast Ecoss, o Prof. Dr. Cleber Marques de Castro aborda esses e outros assuntos vinculados aos desafios que envolvem a gestão dos recursos hídricos e o necessário combate aos riscos ambientais potencializados pelas ações humanas nos dias atuais.</p>



<p>Apresentação: Lorrane Nunes de Alexandria.</p>



<p>Entrevista e Edição: Lucas Onofre Costa</p>
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